Publicado por: bulimundo | Novembro 26, 2010

A QUEM POSSA INTERESSAR…..QUE NÃO A NÒS QUE GANHAMOS BALÚRDIOS…PIPAS..PALETES DE MASSA…O Governo divulgou a tabela que mostra em detalhe o corte de ordenados dos trabalhadores dos organismos públicos. O documento, enviado pelo Ministério das Finanças aos sindicatos da função pública, prevê cortes entre os 3,5 por cento e os 10 por cento….

Governo divulgou tabela de cortes salariais

As reduções salariais na entram em vigor a 1 de Janeiro José Sena Goulão, Lusa

O Governo divulgou a tabela que mostra em detalhe o corte de ordenados dos trabalhadores dos organismos públicos. O documento, enviado pelo Ministério das Finanças aos sindicatos da função pública, prevê cortes entre os 3,5 por cento e os 10 por cento. Os cortes salariais, anunciadas pelo Executivo no passado dia 29 de Setembro no âmbito da apresentação das linhas gerais para o Orçamento do Estado para 2011, entram em vigor no mês de Janeiro e vão afectar quase um milhão e meio de trabalhadores.

Governo divulgou tabela de cortes salariais


Segundo o documento, “a norma de redução remuneratória assegura uma diminuição global de cinco por cento nas despesa com remunerações, conjugando-se com o impedimento de quaisquer valorizações remuneratórias (incluindo mudanças de posicionamento remuneratório e promoções) e com o congelamento de admissões entre outras normas”.

Valores

Base               Redução           %

1.000,00          0,00        0,00%
1.050,00          0,00        0,00%
1.100,00          0,00        0,00%
1.150,00          0,00        0,00%
1.200,00          0,00        0,00%
1.250,00          0,00        0,00%
1.300,00          0,00        0,00%
1.350,00          0,00        0,00%
1.400,00          0,00        0,00%
1.450,00          0,00        0,00%
1.500,00          0,00        0,00%
1.550,00        50,00*       3,50%
1.600,00        56,00         3,50%
1.650,00        57,75         3,50%
1.700,00        59,50         3,50%
1.750,00        61,25         3,50%
1.800,00        63,00         3,50%
1.850,00        64,75         3,50%
1.900,00        66,50         3,50%
1.950,00        68,25         3,50%
2.000,00        70,00         3,50%
2.050,00        78,00         3,80%
2.100,00        86,00         4,10%
2.150,00        94,00         4,37%
2.200,00      102,00         4,64%
2.250,00      110,00         4,89%
2.300,00      118,00         5,13%
2.350,00      126,00         5,36%
2.400,00      134,00         5,58%
2.450,00      142,00         5,80%
2.500,00      150,00         6,00%
2.550,00      158,00         6,20%
2.600,00      166,00         6,38%
2.650,00      174,00         6,57%
2.700,00      182,00         6,74%
2.750,00      190,00         6,91%
2.800,00      198,00         7,07%
2.850,00      206,00         7,23%
2.900,00      214,00         7,38%
2.950,00      222,00         7,53%
3.000,00      230,00         7,67%
3.050,00      238,00         7,80%
3.100,00      246,00         7,94%
3.150,00      254,00         8,06%
3.200,00      262,00         8,19%
3.250,00      270,00         8,31%
3.300,00      278,00         8,42%
3.350,00      286,00         8,54%
3.400,00      294,00         8,65%
3.450,00      302,00         8,75%
3.500,00      310,00         8,86%
3.550,00      318,00         8,96%
3.600,00      326,00         9,06%
3.650,00      334,00         9,15%
3.700,00      342,00         9,24%
3.750,00      350,00         9,33%
3.800,00      358,00         9,42%
3.850,00      366,00         9,51%
3.900,00      374,00         9,59%
3.950,00      382,00         9,67%
4.000,00      390,00         9,75%
4.050,00      398,00         9,83%
4.100,00      406,00         9,90%
4.150,00      414,00         9,98%
4.200,00      420,00       10,00%

* valor de redução que assegura a remuneração de € 1.500,00A redução incide, apenas, sobre as remunerações totais ilíquidas de valor mensal superior a 1.500 euros, encontrando-se isentas de redução salarial todas as remunerações totais de valor inferior.

“As remunerações totais ilíquidas são as que resultam da soma das prestações pecuniárias sujeitas a desconto para a Caixa Geral de Aposentações ou para a Segurança Social, consoante o sistema de protecção social de cada trabalhador”, esclarece a nota de enquadramento à norma de redução remuneratória ontem divulgada pelo Ministério das Finanças.

Para o cálculo, não são consideradas as remunerações totais ilíquidas dos montantes relativos ao subsídio de refeição, ajudas de custo e a subsídios de transporte ou de reembolso de despesas.

Quanto aos subsídios, suplementos remuneratórios, gratificações e outras prestações pecuniárias sobre as quais não incida desconto para a Caixa Geral de Aposentações ou para a Segurança Social vai ser aplicada uma redução autónoma de dez por cento.

Reduções vão dos 3,5 por cento aos dez por centoAssim, nos ordenados até 1.500 euros de ordenado bruto com subsídios incluídos, não haverá qualquer redução. Nos salários entre os 1.550 euros e os 2.000 euros a redução será de 3,5 por cento, garantindo que dessa redução nunca resultem remunerações inferiores a 1.500 euros (nesses casos a redução assume apenas o valor que assegura aquela remuneração.

Isto é, num vencimento de 1.550 euros a redução salarial será de 3,5 por cento, o que representa menos 50 euros, ficando o trabalhador com um salário de 1.500 euros.

Nos salários acima dos 2.000 euros a taxa é progressiva até aos dez por cento para vencimentos superiores a 4.200 euros.

Para salários entre os 2.100 euros e os 2.500 euros, a taxa vai evoluindo entre os 3,8 por cento e os seis por cento. Por exemplo: um ordenado de 2.100 euros vai sofrer um corte de 4,10 por cento, o que representa menos 102 euros no final do mês; já um trabalhador que receba um vencimento de 2.500 euros vai ver o seu salário reduzido em seis por cento, o que significa um corte de 150 euros mensais.

Já os ordenados entre os 2.550 euros a 4.150 euros por mês vão ser reduzidos entre os 6,20 por cento e os 9,98 por cento. Os vencimentos a partir dos 4.200 euros vão sofrer uma redução de dez por cento.

Quase meio milhão vai ser afectadoQuase meio milhão de trabalhadores vai ser afectado por estes cortes salariais a partir de Janeiro de 2011.

Segundo o documento ontem enviado pelo Ministério das Finanças aos sindicatos da função pública, “são sujeitas a esta redução as remunerações dos titulares de cargos políticos e órgãos independentes, de Juízes e Magistrados, de membros do Governo, de dirigentes, gestores públicos e trabalhadores de institutos de regime geral ou especial, de empresas públicas de capital maioritariamente público, de Militares, de membros de gabinetes e de trabalhadores das administração central, regional e local, de órgãos de gestão e de gabinetes de apoio, de Fundações Públicas e de todos os estabelecimentos públicos”.

“No caso dos cargos políticos, dos gestores públicos e equiparados, dos membros das Casas Civil e Militar do Presidente da República, dos gabinetes dos membros do Governo e dos Governos Regionais e dos gabinetes de apoio pessoal dos presidentes e vereadores de câmaras municipais e dos governos civis, esta redução é cumulativa com a redução de cinco por cento prevista na Lei nº12-A2010, de 30 de Junho e na Lei nº47/2010 de 7 de Setembro”, esclarece o documento do Ministério das Finanças.

 


Responses

  1. Gatunos!

  2. Aonde estão os Dias Loureiros, Armando Varas e o boi da PT…e associados?
    O que eles “retiraram” dava para pagar toda a desgraça.

  3. Digo mais, onde estão os varas, os loreiros, sampaios e guterres mais os filhos de que tais, cuidadosamente colocados nas público-privadórias?

  4. O povo é manso.


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