1-S&P corta “rating” de cinco bancos portugueses (act2)
A Standard & Poor’s anunciou hoje que reduziu o “rating” de cinco bancos portugueses e duas subsidiárias, na sequência da descida da notação de Portugal. A perspectiva continua negativa, pelo que a agência alerta que pode vir a efectuar cortes adicionais, noticia a Bloomberg.
Na última sexta-feira a S&P tinha cortado o “rating” de Portugal em dois níveis, de A- para BBB. A revisão do “rating” dos bancos segue-se habitualmente ao corte do “rating” da República.
Os “ratings” do Banco Espírito Santo, Caixa Geral de Depósitos, Banco BPI e Santander Totta foram todos revistos em dois níveis, de A- para BBB.
O BCP também sofreu um corte de dois níveis, pelo que o “rating” desceu de BBB+ para BBB-. O banco liderado por Carlos Santos Ferreira tem agora uma classificação de risco que se situa apenas um nível acima de “junk” (BB+).
No relatório onde anuncia a decisão, a S&P diz que o corte no “rating” da banca portuguesa “reflecte o impacto directo” da redução efectuada à classificação da República.
A analista Elena Iparraguirre explica que a revisão reflecte também “a deterioração que antecipamos no perfil financeiro de todos os bancos, em resultado do aumento das dificuldades económicas e financeiras que antecipamos
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2 -Quatro “cajas” espanholas pedem cinco mil milhões ao Tesouro espanhol
28 Março 2011 | 10:12
A solução mais indesejada passa pelo pedido de um empréstimo ao Fundo de Reestruturação Ordenada Bancária (FROB), que é financiado pelo governo espanhol.
Ainda assim, esta foi a solução encontrada por quatro “cajas” espanholas que, no seu conjunto, poderão ter de pedir mais de cinco mil milhões de euros aos contribuintes.
O grupo que resulta da fusão da Caixa Galicia y Caixanova (Novacaixagalicia) poderá requerer 2,62 mil milhões de euros para reforçar capital. O banco é também o que fica mais aquém das exigências de capital, com rácio de 5,2%, sendo que lhe é exigido um rácio de 10%.
Os restantes bancos são o Catalunyacaixa, que necessita de 1,72 mil milhões de euros e o Banco Base irá pedir 1,45 mil milhões de euros. O banco Unim, que necessita de 568 milhões de euros para reforçar capitais vai requerer 200 milhões ao FROB.
3 -Banca espanhola tem um terço da dívida portuguesa Olha que coincidência do caraças….TALVEZ ESTEJA AQUI A RAZÃO DE NINGUÉM QUERER FAZER A AUDITORIA ÁS NOSSAS CONTAS TEMEM UM EFEITO EFEITO DOMINÓ….
por DN.ptHoje
por DN.ptHoje
Os bancos espanhóis detêm um terço da dívida acumulada por famílias, empresas e Estado. Entre os credores, a Alemanha surge no segundo lugar e Estados Unidos são o terceiro maior.
Segundo o “Jornal de Negócios”, Portugal deve tanto a Espanha como à Alemanha e à França juntas. A dívida privada e pública aos bancos espanhóis equivale a 45 % do PIB português de 2010. O nosso país deve à banca espanhola qualquer coisa como 77 mil milhões de euros, quase metade do PIB português.