Publicado por: bulimundo | Abril 4, 2011

OS 4 CAVALEIROS DO APOCALIPSE DEPOIS DE 5 JUNHO…ENQUANTO ISSO NÓS BRINCAMOS ÁS AVALIAÇÕES…

1- PSD se ganhar vai obrigar à mobilidade dos funcionários públicos 04 Abril 201o

PSD quer obrigar funcionários do Estado a aceitarem um novo emprego, para lá dos concelhos vizinhos. Um dos trunfos do PSD para racionalizar a Administração Pública passa por agilizar a mobilidade dos trabalhadores para fora da sua área geográfica. Diogo Leite de Campos, vice-presidente do partido, adiantou ao “Diário de Notícias” que o PSD pretende acabar com o limite legal que permite aos trabalhadores recusarem a mobilidade sempre que o novo serviço esteja fora dos concelhos limítrofes. “Uma pessoa pode ir da Guarda para Trás-os-montes”, exemplifica o fiscalista. Em contrapartida, caso o partido chegue ao poder, são prometidas ajudas à mudança de casa, à inscrição dos filhos na escola e garantias bancárias à compra de casa, diz o responsável.

2- Ernst & Young: Portugal vai entrar em recessão e deverá pedir ajuda externa antes de Junho
04 Abril 2011 | 09:11 

Portugal vai enfrentar uma recessão este ano, com uma quebra de 1,1% do PIB, e deverá pedir ajuda externa antes do mês de Junho, prevê a Ernst & Young num relatório hoje divulgado.
Segundo as previsões de primavera do “Ernst & Young Eurozone Forecast”, o relatório trimestral que efectua a previsão da evolução macroeconómica em todos os países da Zona Euro, a demissão do primeiro-ministro, José Sócrates, no final de Março demonstra que “o país vai precisar de recorrer à ajuda externa, seja do Fundo Monetário Internacional (FMI), seja do Fundo Europeu de Estabilidade Financeira (FEEF) antes de Junho, a data mais crítica nos reembolsos de dívida”.

A Ernst & Young considera que, até ao momento, “os esforços para acalmar os mercados não têm tido os benefícios esperados”, uma vez que a República Portuguesa terá de devolver ao mercado 10 mil milhões de euros, até Junho.

Apesar de as medidas de austeridade “começarem a dar sinais de melhoria das finanças públicas, é mais que provável que Portugal entre em recessão este ano”, prevê a Ernst & Young, que estima uma queda do PIB de 1,1% este ano.

De acordo com a estimativa, o PIB português só deverá dar sinais de recuperação em 2012, ano em que deverá situar-se nos 0,7%. Em 2013, deverá crescer 1,4%, em 2014 1,6% e, em 2015, deverá subir 1,8%, de acordo com as previsões dos analistas.

3- Rectificativo dá corpo a nova vaga de austeridade
04 Abril 2011 | 00:01

Economistas vêem como inevitável uma alteração ao Orçamento após as eleições, como fizeram todos os governos eleitos na última década
A debilidade da situação financeira portuguesa e o exemplo (sem lugar a excepção) do que fizeram todos os governos eleitos na última década, tornam altamente provável que o novo Executivo que sairá das eleições de 5 de Junho – qualquer que ele seja – venha a apresentar em Setembro um Orçamento rectificativo no Parlamento, mesmo antes da entrada da conta de 2012.

4-Novo corte de “rating” leva juros a 10 anos a renovarem recorde
04 Abril 2011 | 09:40

 

A taxa de juro que os investidores exigem para deter a dívida portuguesa está a subir na generalidade das maturidades. A 10 anos já fixou um novo máximo histórico.
A “yiled” da dívida portuguesa a 10 anos agrava-se hoje em 4,8 pontos base para 8,555%, segundo as taxa de juro genéricas da Bloomberg.

Um valor que representa um novo máximo, depois de a Fitch ter revisto em baixa a notação da dívida portuguesa.

A taxa de juro das obrigações a cinco anos progride 4,7 pontos base para 9,787% e permanece abaixo dos 8,82% em que chegou a estar na última sexta-feira. Na emissão a dois anos os juros declinam 0,9 pontos base para 8,695%, sendo este o único prazo em que a “yield” desce.

Isto depois de a Fitch ter cortado o “rating” da República Portuguesa na última sexta-feira. A agência de notação financeira cortou a sua classificação da dívida portuguesa para de “AA-” para “BBB-“. A dívida portuguesa fica assim a nível acima de “lixo” (traduçao de “junk”) e que serve para aludir à fraca qualidade de investimento dos activos com essa notação.

Na Alemanha o dia também é de subida dos juros, depois de as acções asiáticas terem renovado máximos de dia 10 de Março. O índice de referência para as acções asiáticas negociou acima do valor a que se encontrava antes do terramoto do Japão, animado pelos dados do desemprego dos EUA e por uma oferta de aquisição de uma empresa de recursos naturais australiana.

Na Grécia os juros sobem depois de o jornal diário alemão “Der Spiegel” ter reportado ontem as pressões do Fundo Monetário Internacional a Atenas para que o país reestruture a dívida mais cedo do que é esperado.

Em Espanha os juros estão hoje pouco alterados. No prazo de 10 anos a taxa de retorno da dívida desce um ponto base para 5,304% e nos dois anos sobe 0,9 pontos base para 3,161%.


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