Publicado por: bulimundo | Maio 21, 2018

Short films about the human race…

 

 

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Publicado por: bulimundo | Maio 21, 2018

Lamb – What Makes Us Human..

 

Publicado por: bulimundo | Maio 21, 2018

Three Men Walking, Three Brown Silhouettes

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by Alicia Ostriker
They remember the dead who died in the resistance.   
It is in sweet tones that they speak of them.   
They shake their heads, still, after the dinner
Walking back to the car, while an evening snow   
That has started windlessly, white from pearl-gray,   
Falls into streets that are already slushy.
They shake their heads, as we do when there is something   
Too strange to believe,
Or as a beast does, stunned by a blow.
“To die in the resistance,”   they say, “is to fail   
To turn into slush, to escape this ugliness.   
It is at once to leap, a creamy swan,
Upward.”   Three voices: oboe, piano, cello.
The high one wishes to be pleasing, the middle   
To be practical, the deep to persevere.
A movie theater lobby in front of them
Throws its light on the sidewalk, like a woman   
Swiftly emptying a bucket of water:
The flakes are falling in its yellow light.   
Then they pass a café, its light red neon,   
Then a closed pharmacy.
                                    —They pull sharp air
Into their lungs, a pain that is a pleasure.   
“Try to live as if there were no God,”   
They don’t say, but they mean.
A recollection of purity, a clean
Handkerchief each man feels in his own pocket,
Perturbs them, slows their pace down. Now they have seen
A yellow stain on a pile of old snow
Between two parked cars, where a man has peed:   
The resistance. The falling flakes, falling
On the men’s hats. And now
The snow grows heavier, falls on their stooping shoulders.

 

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Publicado por: bulimundo | Maio 21, 2018

The Misfits – Three Dead Men a…(1961)…grande cena…

Publicado por: bulimundo | Fevereiro 12, 2018

Iggy Pop – Mask..Carnevale…

 

 

Publicado por: bulimundo | Fevereiro 12, 2018

We Wear the Mask…

 

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BY Paul Laurence Dunbar
We wear the mask that grins and lies, 
It hides our cheeks and shades our eyes,— 
This debt we pay to human guile; 
With torn and bleeding hearts we smile, 
And mouth with myriad subtleties. 
Why should the world be over-wise, 
In counting all our tears and sighs? 
Nay, let them only see us, while 
       We wear the mask. 
We smile, but, O great Christ, our cries 
To thee from tortured souls arise. 
We sing, but oh the clay is vile 
Beneath our feet, and long the mile; 
But let the world dream otherwise, 
       We wear the mask!

 

Publicado por: bulimundo | Janeiro 29, 2018

Blackout….

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When life seems gray
And short of fizz
It seems that way
Because it is.

BY  Margaret Fishback

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Publicado por: bulimundo | Janeiro 29, 2018

U2 blackout and song for someone

 

Publicado por: bulimundo | Janeiro 7, 2018

if…..

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IF….

By Rudyard Kipling

(‘Brother Square-Toes’—Rewards and Fairies)

If you can keep your head when all about you   
    Are losing theirs and blaming it on you,   
If you can trust yourself when all men doubt you,
    But make allowance for their doubting too;   
If you can wait and not be tired by waiting,
    Or being lied about, don’t deal in lies,
Or being hated, don’t give way to hating,
    And yet don’t look too good, nor talk too wise:
If you can dream—and not make dreams your master;   
    If you can think—and not make thoughts your aim;   
If you can meet with Triumph and Disaster
    And treat those two impostors just the same;   
If you can bear to hear the truth you’ve spoken
    Twisted by knaves to make a trap for fools,
Or watch the things you gave your life to, broken,
    And stoop and build ’em up with worn-out tools:
If you can make one heap of all your winnings
    And risk it on one turn of pitch-and-toss,
And lose, and start again at your beginnings
    And never breathe a word about your loss;
If you can force your heart and nerve and sinew
    To serve your turn long after they are gone,   
And so hold on when there is nothing in you
    Except the Will which says to them: ‘Hold on!’
If you can talk with crowds and keep your virtue,   
    Or walk with Kings—nor lose the common touch,
If neither foes nor loving friends can hurt you,
    If all men count with you, but none too much;
If you can fill the unforgiving minute
    With sixty seconds’ worth of distance run,   
Yours is the Earth and everything that’s in it,   
    And—which is more—you’ll be a Man, my son!

Publicado por: bulimundo | Outubro 16, 2017

Agnes Obel – Fuel To Fire

 

Publicado por: bulimundo | Outubro 9, 2017

Beirut – Scenic World..cada vez mais o é…

Publicado por: bulimundo | Outubro 9, 2017

O Homem Certo..procura-se incessantemente…

 

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Hoje, numa época em que se misturam todos os discursos, em que profetas e charlatães usam as mesmas fórmulas com mínimas diferenças, cujo percurso nenhum homem ocupado tem tempo de seguir, num tempo em que as redacções dos jornais são constantemente incomodadas por gente que acha que é um génio, é muito difícil ajuizar do valor de um homem ou de uma ideia. Temos de nos deixar guiar pelo ouvido para podermos perceber se os rumores, os sussurros e o raspar de pés diante da porta da redacção são suficientemente fortes para poderem ser admitidos como voz da polis. A partir desse momento, porém, o génio passa a outra condição. Deixa de ser matéria fútil da crítica literária ou teatral, cujas contradições os leitores que qualquer jornal deseja ter levam tão pouco a sério como a tagarelice de uma criança, para aceder ao estatuto de factos concretos, com todas as consequências que isso tem.
Certos fanáticos insensatos ignoram a necessidade desesperada de idealismo que se esconde por detrás de tal situação. O mundo dos que escrevem porque têm de escrever está cheio de grandes palavras e conceitos que perderam a substância. Os atributos dos grandes homens e das grandes causas sobrevivem ao que quer que seja que lhes deu origem, e é por isso que sobram sempre muitos atributos. Foram criados um dia por algum homem importante para outro homem importante, mas esses homens há muito que morreram, e os conceitos que lhes sobreviveram têm de ser utilizados. Por isso andamos sempre à procura do homem certo para um determinado adjectivo. A «portentosa plenitude» de Shakespeare, a «universalidade» de Goethe, a «profundidade psicológica» de Dostoievski e muitas outras imagens que uma longa tradição literária deixou atrás de si andam às centenas nas cabeças dos que escrevem, e essa sobrelotação de reservas leva-os a dizer hoje que um estratega do ténis é «insondável» ou um poeta em moda «grandioso». É compreensível que se sintam gratos quando conseguem aplicar sem desperdício a sua reserva de palavras. Mas terá sempre de se tratar de um homem cuja importância já é um facto aceite, de maneira a que se compreenda como as palavras se ajustam bem a ele, ainda que não se diga exactamente a que qualidades. (…) «Uma parte significativa da importância de um homem reside na sua capacidade de se fazer compreender pelos seus contemporâneos».

Robert Musil, in ‘O Homem sem Qualidades’

 

Publicado por: bulimundo | Setembro 18, 2017

Bauhaus – All We Ever Wanted Was Everything….human…

Publicado por: bulimundo | Setembro 18, 2017

Time lapse stormscapes and landscapes in paris texas…

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Publicado por: bulimundo | Setembro 18, 2017

Egon Schiele and wim wenders….

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Ler Mais…

Publicado por: bulimundo | Setembro 18, 2017

O tédio…o fastio….

Porque o que mais custa a suportar não é a derrota ou o triunfo, mas o tédio, o fastio, o cansaço, o desencorajamento. Vencer ou ser vencido não é um limite. O limite é estar farto.
Vergílio Ferreira

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Publicado por: bulimundo | Julho 17, 2017

Os Loucos…..insanos…

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Há vários tipos de louco.

O hitleriano, que barafusta.
O solícito, que dirige o trânsito.
O maníaco fala-só.

O idiota que se baba,
explicado pelo psiquiatra gago.
O legatário de outros,
o que nos governa.

O depressivo que salva
o mundo. Aqueles que o destroem.

E há sempre um
(o mais intratável) que não desiste
e escreve versos.

Não gosto destes loucos.
(Torturados pela escuridão, pela morte?)
Gosto desta velha senhora
que ri, manso, pela rua, de felicidade.

António Osório, in ‘A Ignorância da Morte’

Publicado por: bulimundo | Julho 17, 2017

Cocteau Twins & This Mortal Coil – Gathering Dust…

Publicado por: bulimundo | Julho 13, 2017

Bauhaus – All We Ever Wanted Was Everything ….

 

 

Publicado por: bulimundo | Julho 13, 2017

Muita Cagança…

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Todos nós damos vontade de rir. Somos uns pobres diabos. Usando um termo grosseiro: muita cagança, muita cagança e para quê? Somos pequeníssimos. Não é que uma pessoa tenha que aceitar a sua pequenez, mas parece-me bastante triste a vaidade, a presunção, o orgulho, tudo isso com que pretendemos ou queremos mostrar que somos mais do que efectivamente somos. Não será caricato ou ridículo, mas bastante triste.

José Saramago, in ‘Jornal de Letras, Artes e Ideias (2008)’

 

Publicado por: bulimundo | Julho 4, 2017

Prelude to a Revolution…

 

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We go to prison windows and pass cigarettes, tangerines
and iodine through the bars. Anything we think
could heal a man. Assassins kiss our fingers.
Mercenaries sing us songs about unbroken light
as we mend their shirts. The bilingual murderers recite
lamentations in one tongue, and in another, young myths.
We fold and unfold our shawls, and the men squint
into the sunlight, dumb with hope. Some days they confuse
the walls of their cage with their skin. Some days,
the sky. They see their deaths in the sweat darkening
our dresses. To sweeten the hours we share scandals
from the city, how curators removed an elephant’s heart
from the museum because it began beating when anyone
in love looked at it, how the coroner found minnows
swimming in a drowned girl’s lungs. They ask if it’s true,
if slaves are chained together on ships to prevent suicide.
We say they’ll never be free. They warn us one night soon
the judge will wake to find his bed alive with wasps,
while across town the night watchman will stare stunned
at the moths circling before he realizes he’s on fire

 

Publicado por: bulimundo | Julho 4, 2017

Depeche Mode – Where’s the Revolution ..boa questão….

 

 

Publicado por: bulimundo | Junho 23, 2017

Forest Fire..

Publicado por: bulimundo | Junho 23, 2017

Karl X Johan – Flames (dir. cut)..

 

 

Publicado por: bulimundo | Junho 23, 2017

Fabuloso…Tomorrow’s Flames Are Already Burning

Publicado por: bulimundo | Junho 13, 2017

Art and twin peaks…

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Publicado por: bulimundo | Junho 13, 2017

Reviver o passado através do twin peaks..

 

 

 

 

 

Publicado por: bulimundo | Junho 7, 2017

A cidade branca de 1983-Alain Tanner..

 

Filme completo..

Publicado por: bulimundo | Junho 7, 2017

Lisboa com suas casas de várias cores, …

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pintura de Maluda

Lisboa

Lisboa com suas casas
De várias cores,
Lisboa com suas casas
De várias cores,
Lisboa com suas casas
De várias cores…
À força de diferente, isto é monótono.
Como à força de sentir, fico só a pensar. Se, de noite, deitado mas desperto,
Na lucidez inútil de não poder dormir,
Quero imaginar qualquer coisa
E surge sempre outra (porque há sono,
E, porque há sono, um bocado de sonho),
Quero alongar a vista com que imagino
Por grandes palmares fantásticos,
Mas não vejo mais,
Contra uma espécie de lado de dentro de pálpebras,
Que Lisboa com suas casas
De várias cores.

Sorrio, porque, aqui, deitado, é outra coisa.
A força de monótono, é diferente.
E, à força de ser eu, durmo e esqueço que existo.

Fica só, sem mim, que esqueci porque durmo,
Lisboa com suas casas
De várias cores.

Álvaro de Campos, in “Poemas”
Heterónimo de Fernando Pessoa

Publicado por: bulimundo | Junho 7, 2017

Uma outra Lisboa…em 1950…..

 

 

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Pode enganar-se a vida muito tempo, mas ela acaba sempre por fazer de nós aquilo para que somos feitos. Todos os velhos são um testemunho, vá, e se tantas velhices são vazias, é porque outros tantos homens o eram e o escondiam. Mas mesmo isto não tem importância. Era preciso que os homens pudessem saber que não há real, que existem mundos de contemplação… com ou sem ópio… em que tudo é vão…
– Onde se contempla o quê?
– Talvez nada mais que esta vaidade… É muito.

André Malraux, in ‘A Condição Humana’

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Publicado por: bulimundo | Maio 21, 2017

Nirvana – Old Age (Legendado) ..

 

 

Publicado por: bulimundo | Maio 21, 2017

Frases sobre a juventude….

Ser novo é não ser velho. Ser velho é ter opiniões. Ser novo é não querer saber de opiniões para nada. Ser novo é deixar os outros ir em paz para o Diabo com as opiniões que têm, boas ou más — boas ou más, que a gente nunca sabe com quais é que vai para o Diabo.

Álvaro de Campos

A juventude é uma das condições mais arrogantes que se pode experimentar. Isto porque, actualmente, faz parte da própria noção de juventude não perceber a sua extrema transitoriedade. Todos nos dirigimos para a velhice.

José Luís Peixoto

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Sente-se uma insatisfação, sobretudo dos jovens, perante um mundo que já não oferece nada, só vende!

José Saramago

 

Publicado por: bulimundo | Maio 21, 2017

De cabeça erguida …filme tocante…

 

 

 

Publicado por: bulimundo | Abril 26, 2017

The Cats Will Know…

Rain will fall again
on your smooth pavement,
a light rain like
a breath or a step.
The breeze and the dawn
will flourish again
when you return,
as if beneath your step.
Between flowers and sills
the cats will know.
There will be other days,
there will be other voices.
You will smile alone.
The cats will know.
You will hear words
old and spent and useless
like costumes left over
from yesterday’s parties.
You too will make gestures.
You’ll answer with words—
face of springtime,
you too will make gestures.
The cats will know,
face of springtime;
and the light rain
and the hyacinth dawn
that wrench the heart of him
who hopes no more for you—
they are the sad smile
you smile by yourself.
There will be other days,
other voices and renewals.
Face of springtime,
we will suffer at daybreak.
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Publicado por: bulimundo | Abril 26, 2017

LA CHICA / Be able..fantástico…

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